Regina Silveira
Walter Zanini, 1997.
Praticamente dez anos de exploração de perspectivas ilusionistas decorreram antes que essas representações de Regina Silveira conhecessem este seu momento de penetração internacional. Isso traduz bem as dificuldades de repercussão a esse nível para uma carreira que se faz no Brasil e ademais à distância do circuito comercial e da ideologia das seleções oficiais. Entretanto, já encontrávamos a sua disposição para o diálogo cosmopolita na fase que antecede a dos objetivos presentes, ou seja, na linguagem da artista multimídia dos anos de 1970. Fundamentalmente desenhista, ela estava então concentrada em processos gráficos de reprodução da imagem, utilizando além da serigrafia - veículo de sua predileção - o offset, o blue-print, o xerox e o microfilme, para desenvolver uma temática de significados que transitam entre o lúdico e a mensagem crítica. Tal material, que aproveita com largueza imaginativa as potencialidades dos recursos tecnológicos, foi difundido em exposições no Brasil e no exterior, cabendo ressaltar a ativa integração da autora ao movimento de oposição ao culto do objeto artístico, que foi a "mail art". Esse tempo anterior, que inclui experiências de vídeoarte, vincula-se por seus elementos conceptuais à evolução futura de sua obra.
Nascida em 1939, no Rio Grande do Sul, onde se formou, Regina Silveira iniciara-se nos anos de 1960 como pintora, desenhista e gravadora, demonstrando empatia com a figuratividade expressionista, uma tendência de fortes raízes no modernismo do país. Essa propensão não demoraria a alterar-se sob influências abstradas informais e por uma mudança de ordem mais radical em fins do decênio, quando foi desperta na Europa para as possibilidades de espaços elaborados por formas geométricas. Conseqüências diretas da absorção racionalista fizeram-se logo perceber em relevos e objetos que construiu com materiais industriais.
Foi ao transferir-se para Porto Rico, em 1969, que se produziu a fratura entre a artista artesanal e a que passava a interessar-se pelos meios modernos de reprodutibilidade. Houve clima na ilha do Caribe para que se envolvesse com entusiasmo no fenômeno transgressor da desmaterialização. A iconografia que inaugurou essa sua nova dimensão foram as grades geométricas em perspectiva, chamadas "Laberintos", logo destinadas a uma função semântica específica quando resolveu povoar o dédalo de corredores. Valeu-se para isso de fotografias da mídia impressa interacionadas aos compartimentos perspectivados que resultavam em soluções carregadas de humor e derrisão, como é evidente nas multidões encurraladas de "Middle Class & Co.". Seu objetivo era bem determinado: "produzir um sentimento de estranheza ou "descontextualização".
Ao regressar ao Brasil, em 1973, fixando-se em São Paulo, prosseguiu com as gravuras e multimídias fazendo intervir o desenho geométrico perspectivado sobre imagens fotográficas estereotipadas, como as vistas de cidades dos cartões postais. Dai emergiram "Destruturas Urbanas", "Executivas" e "Brazil Today", formando livros, álbuns e outras publicações que refletem sobre o poder, a burocracia e a questão ambiental. A arte e seu sistema não foram menos visados pelo interesse irreverente da artista. E algumas performances juntaram-se a essa atividade que assinala a sua incisiva participação no movimento cultural alternativo do país nos anos de 1970.
O próximo envolvimento de Regina Silveira foi aquele em que, especulando pela primeira vez sobre as distorções da perspectiva, produziu "Anamorfas" (1979-81), um complexo de gravuras e desenhos que lhe abriram novos horizontes. Obras anteriores em que explicitava com maior rigor as linhas de fuga da perspectiva e os desenhos descontraídos de uma série de representações cheias de verve crítica a que chamou "Jogos de Arte" contribuíram para essa definição. Fotografando de determinado ângulo e do alto objetos do cotidiano como uma tesoura ou um óculo, e sobrepondo-lhes reticulados perspectivados, pôde a autora recriá-los através de compressões, dilatações e dobras, tornando-os uma realidade enigmática. Mas essa morfologia de distorções, cujos procedimentos se enriqueceram mais adiante nos "Simulacros", fôra também fruto de interpretações de sistemas artificiais de construção espacial, notadamente de Leonardo, o que apreendeu em autores contemporâneos, como Panofsky e do avizinhamento às especulações de Duchamp. Ela impressionou-se particularmente com as deformações da imagem fotográfica, incluindo as realizadas pelo computador, tal como vemos estudadas e demonstradas por Pirenne.
Os "Simulacros" (1982-4), que sucederam "Anamorfas", completam os pontos chave de referência de sua linguagem. Trata-se de uma constelação de obras fotográficas, instalações e objetos sempre monocromáticos (preto sobre branco), reverberantes entre si, que ela considera como "uma reflexão sobre a representação das sombras projetadas, concretizada como visualidade paródica dos códigos projetivos da perspectiva linear, da teoria das sombras, da fotografia e do desenho topográfico". No estabelecimento de estruturas visuais baseadas na infração das leis da representação artificial criadas como buscas da exatidão dos códigos projetivos da perspectiva clássica, interessava-a, sobretudo, como atualmente, o uso de pontos de vista e os ângulos da visão.
Não obstante a homogeneidade de instauração de todo o seu trabalho voltado para as ambiguidades da perspectiva (e em que pouco importam os "motivos" ou objetos que lhe servem de modelo), ressaltaríamos entre os "Simulacros" a instalação "In Absentia (MD)", construída num espaço de 10x20m na Bienal de São Paulo, em 1983, constituída das silhuetas monumentais de "Bottlerack" e "Bicycle Wheel", estiradas em oposição obliqua sobre o piso e a elevação de painéis que fechavam o ambiente. Eram sombras fictícias que ilusoriamente partiam de duas bases de escultura absolutamente vazias e que se distorciam, desafiando a percepção conforme os pontos de distância do olhar.
Em seguida aos "Simulacros" Regina Silveira realizou as séries de "Inflexões" (1985-87), recortes utilizados como peças individuais ou enquanto elementos de instalação e seus apurados desenhos foram transpostos em tapeçarias manuais, mostradas na Fundação Gulbenkian, em Lisboa (1988). Mais que tudo a concepção de novas e consecutivas instalações preencheram seu tempo extremamente dinâmico, como são os casos de "Vértice" (1918-89) e "Simile" (1988), apresentada no Centro Galileo de Madrid e "Auditorium" (1990), exibida na VII Trienal da Índia, em Nova Déli (1991), onde filas de poltronas simuladas no chão foram desenhadas em achatamentos projetivos. Entre essas instalações acham-se as silhuetas mais recentes projetadas para o The Queens Museum of Art. Suas pesquisas têm evoluido no sentido de extrair estímulos do caráter dos ambientes onde é convidada e intervir, como aconteceu em "Solombra" (1990), no SESC - Pompeia, em São Paulo e posteriormente em "Behind the Glass" (1991), na Grey Art Gallery, da New York University em Greenwich Village.
Se podemos dizer que a obra fecunda de Regina Silveira se aparenta à "geometria do absurdo" e às sombras de De Chirico, também é lícito afirmar que elementos de ordem emotiva e sensorial, presentes como uma memória refundida do seu antigo expressionismo, entram significativamente nas hipertrofias e outras alterações de suas imagens. Se parte de malhas geométricas para parodiar com muito "sense of humour" as chaves prospécticas, o faz num sentido que lhe possam permitir opções de livre escolha, a margem para colher por vários caminhos as ambiguidades da perspectiva. Distanciando-se do modelo ela é uma evidência do que Sergio Benvenuto chama de "reflexão de linguagem".
Há analogias entre as formas de visibilidade de Regina Silveira e as de artistas como Jan Dibbets e Justen Ladda, mas não restam dúvidas da trilha profundamente pessoal que ela segue num ritmo de trabalho muito intenso e conseqüente no panorama atual da arte.
Texto revisto em 1997, originariamente publicado no catálogo Regina Silveira: In Absentia (Stretched), na série "Contemporary Currents" do The Queens Museum of Art. Nova York, 25 de julho a 13 de setembro de 1992.
Depoimento da Artista
Regina Silveira
A intensificação de minhas atividades no exterior a partir dos 90, foi uma decorrência do recebimento de bolsas internacionais como a da Guggenheim Foundation (1991), a Pollock-Krasner (1993) e a Fulbright (1994). Para tanto, também contribuíram os intercâmbios proporcionados por programas de Artista em Residência, como os que cumprí no Banff Centre for the Arts, em Alberta, Canadá (1993), no Ranieri Civitella Center, em Umbertide, Itália (1995), e na Universidade do Texas, em Austin (1998).
Destes últimos resultaram participações em mostras como "On Mudlarkers and Measurers", no Agnes Etherington Art Centre, na Queen's University, em Kingston, e na Ottawa Art Gallery, Canadá (1997) e em 1995 e 1998, em exposições na Galeria Il Gabbiano, de La Spezia, Itália, um espaço ligado às produções de poesia visual e livros de artistas.
Aposentada da Universidade de São Paulo em 1993, depois de participar da formação de diversas gerações de jovens artistas, permanecí em contato com várias instituições universitárias no exterior. Diversas exposições realizadas fora do Brasil, como "To Be Continued (Latin American Puzzle)", na NIU Art Gallery, em Chicago (1997), e instalações como "Graphos 4", com a qual participei na exposição "Re-Aligning Vison: Alternative Currents in South American Drawing", na Archer M.Hunting Art Gallery, Universidade do Texas, em Austin (1998), foram realizadas durante períodos de Professora Visitante nas respectivas instituições.
Em relação ao conjunto de obras recentes, posso assinalar duas vertentes: em primeiro lugar, a vertente que atualiza investigações sobre os novos recursos de produção de imagens por técnicas eletrônicas, iniciada com "Encuentro" ( 1991) e exemplificada pelo "Quebra-Cabeça da América-Latina: Continua...", mostrado em Chicago (NIU Art Gallery, 1997) e extensamente no Brasil: Bolsa de Arte, Porto Alegre (1997); Brito Cimino, São Paulo (1997); Salão Nacional, Rio de Janeiro (1998), além da itinerância pelo nordeste, no Programa Universidade Solidária (1998). Nesta vertente, desde o viés das obras públicas, está também o "Super Herói (Night and Day)", em suas duas versões - a colagem de uma sombra de grandes dimensões, em vinil, sobre a fachada de um edifício e a projeção luminosa em raios laser proposta originalmeente como aparição transgressora e efêmera na Avenida Paulista, na mostra "Diversidade da Escultura Brasileira" (1997).
A segunda vertente deriva de meu crescente interesse pela Arquitetura, em termos dos seus próprios códigos tradicionais de representação ou de obras concebidas especialmente para espaços arquitetônicos determinados. Aqui se incluem os espaços reais, onde construo instalações e também os virtuais, representados por meio de desenhos arquitetônicos convencionalizados, que me servem de motivo para distorções e estranhamentos.
No caso de intervenções em espaços reais um exemplo de meados dos 90 é "Gone Wild" (1996), a grande escapada de coiotes, cujas centenas de pegadas foram configuradas segundo uma malha perspectivada e depois pintadas diretamente nas paredes e chão do grande hall de entrada do Museum of Comtemporary Art, em San Diego, La Jolla, A obra foi criada em resposta ao convite da instituição para dialogar com o design do Arquiteto Robert Venturi para a reforma do museu, recém-concluída.
Já o exemplo mais cabal de distorções na representação do espaço arquitetônico foi a exposição "Grafias", no Museu de Arte de São Paulo (MASP), em 1996. Nesta individual apresentei obras graficas com dimensões ambientais, como a planta distorcida do "Apartamento", com sala-quarto-cozinha-banheiro e a série "Graphos" das escadas descendentes realizadas em azulejos, cujo desenho vertiginoso indicava espaços virtuais abaixo do chão da sala de exposição.
Entendo que instalações mais recentes, como" Intro" e "Irruption" (2005) aliam as duas vertentes de modo mais enfático, dado que a exploração de novos recursos gráficos está na base da criação de imagens que revestem, invasivamente, arquiteturas diversas (respectivamente em La Mediatine, Bruxelas e no Museum of Fine Arts de Houston, Texas).
Nos últimos anos algumas obras e intervenções se relacionam com a Arquitetura em termos da escala urbana, tendo a própria cidade como suporte para visualização. "Tropel" (1998), invadiu a fachada do prédio da Fundação Bienal de São Paulo com uma imagem digital adesiva, de 600 m2, construida como uma irrupção de pegadas de animais de diversas espécies. Em 1999, o trabalho "Ex Orbis" , uma colagem digital de grandes dimensoes ( 92 m2) com desenhos de máquinas de voar, foi executada em vinil adesivo e aplicada na fachada do Museu Nacional de Aviação, em Ottawa, para participar na mostra "Passion for Wings".(1999). " Transit" (2001) é a projeção luminosa da imagem de uma mosca gigante efetuada por um projetor montado em veículo aberto e em deslocamento pelo tecido urbano, em São Paulo (1997), Curitiba (2002) e Porto Alegre (2003). A mosca foi uma especie de versão "trash" do Super Heroi (Night and Day) projetado em laser, inicialmente na Avenida Paulista, SP ( 1997) e depois em Buenos Aires ( 1999) e San Juan de Puerto Rico (2000).
Outras obras dos últimos anos enfatizam a luz como significado central. A relação com a Arquitetura foi o fundamento de obras onde registrei padrões de luz e sombra provocados por fontes de luz existentes no real, como foi a vitrine em "Behind the Glass" na New York University (1991), ou por fontes de iluminação inteiramente imaginárias, como no projeto "Todas las Noches" (1999), uma tentativa de transformaoar o MARCO, o museu escultural projetado pelo Arquiteto Legorreta em Monterrey (Mexico), numa gigantesca caixa de sombras, projetadas por sua propria arquitetura, sobre um conjunto de salas totalmente vazias. Na mesma tônica de explorar a luz como acontecimento está a instalação "Equinócio" (2000), onde uma grande esfera em madeira, metade branca e metade negra, arrasta consigo a sombra que desce da rosácea aberta no alto de uma das paredes dos espaços de exposicão do Parque Lage, Rio de Janeiro.
A palavra "luz" delineada em fibra óptica afixada nos vidros da janela/claraboia do MAC-USP, Museu de Arte Contemporânea de SP, é uma síntese verbal-visual dessas explorações. Com seu funcionamento controlado por uma celula fotoelétrica, "Luz" (2000) foi projetada para acender toda vez que diminuisse a luz externa, de modo a, metaforicamente, trazer luz para o museu às escuras.
As exposições individuais " Claraluz" em 2003 (Centro Cultural Banco do Brasil- SP) e 'Lumen" , em 2005 (Palacio de Cristal, Museu Reina Sofia, Madrid) tiveram a luz como eixo da reflexão poética e reuniram conjuntos de obras específicas aos espaços arquitetônicos que ocuparam. Nestas duas exposições, conectadas conceitualmente, a exploração de recursos técnicos e estratégias de montagem permitiu investigar novas formas de operar com a luz como uma forma de revestimento incorpóreo, capaz de transformar a percepção e a experiência de grandes espaços de forte presença arquitetônica.
A exposicao “Luz/Zul” em 2006 (Centro Cultural Telemar, RJ) sintetiza os pressupostos das duas exposicoes anteriores ao reafirmar a luz como recurso poetico para intevir sobre espacos construidos e se situa, com elas, no paradigma aberto de obras que derivam de meu interesse recorrente sobre as relacoes entre arte e arquitetura.
Regina Silveira
Porto Alegre, RS, Brasil, 1939
Vive e trabalha em São Paulo, Brasil
Concluiu o Bacharelado em Pintura no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1959 e ganhou bolsa do Instituto de Cultura Hispânica para estudos em Madrid, em 1967. Em 1980, obteve o grau de Mestre na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA USP), onde também concluiu o Doutorado em 1984.
Sua carreira docente inclui atividades na Universidade do Rio Grande do Sul (1964-1969), na Universidade de Puerto Rico em Mayaguez (1969-1973),na Faculdade de Artes Plásticas da FAAP-SP 1973—1985 e na Universidade de São Paulo (1974-1993). Recebeu bolsas da John Simon Guggenheim Foundation (1991), da Pollock-Krasner Foundation (1993) e da Fulbright Foundation (1994). Em 2000, recebeu o Prêmio Sergio Motta para Arte e Tecnologia e em 2007 o Premio Bravo Prime de Artes Plásticas. Participou da I Bienal de Havana (1984), da Bienal Internacional de São Paulo (1981, 1983 e 1998), da 7th Triennial of India (Nova Delhi, 1991), da 2ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2000) e da 6º Bienal de Taipei (Taiwan, 2006). Foi convidada a integrar exposições coletivas como Re-Aligning Vision: Alternative Currents in South American Drawing (Nova York, Austin, Caracas, Monterrey e Miami, 1997-99), Brazil: Body and Soul (Nova York, 2001), We Come in Peace… - Histoires des Amériques (Montreal, 2004), Estratégias Barrocas: Arte Contemporáneo Brasileño (Quito, 2004), Trienal Poli/Gráfica de San Juan (2004), The Shadow (SorØ [Dinamarca], 2005), Tracing Shadows (Jerusalém, 2006) e Fantasmagoría: Espectros de Ausencia (Bogotá, 2007). Das muitas exposições individuais realizadas no Brasil e no exterior desde os anos 60 ao presente, alguns destaques são: Projectio, na Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, 1988), Masterpieces :In Absentia, na Ledis Flam Gallery ( New York, 1992), Graphias, no MASP Museu de Arte de São Paulo (São Paulo, 1996), A Lição, na Galeria Brito Cimino ( São Paulo,2002), Claraluz , no Centro Cultural Banco do Brasil (São Paulo, 2003) e Sombra Luminosa no Museo de Arte Banco de la República (Bogotá,2007). Entre suas mais recentes intervenções em arquiteturas específicas está Gone Wild , no Museum of Contemporary Art, La Jolla (San Diego, 1996), INTRO, apresentada na coletivas Corps en Mouvement (La Médiatine, Bruxelas, 2004), Derrapada, no Centro Cultural de España (Montevideo, 2004), Irruption, em Indelible Images, no Houston Museum of Fine Arts (Houston, 2005), Irruption :Saga, para a 6th Biennial, Taipei Fine Arts Musem (Taipei, 2006) e Mundus Admirabilis, em Jardim do Poder, no Centro Cultural Banco do Brasil (Brasília, 2007). Outras obras recentes para espaços arquitetônicos determinados estiveram nas individuais Lumen (Palácio de Cristal, Museo Reina Sofia, Madrid), Observatório, na Pinacoteca do Estado de São Paulo e Ficções, no Museu Vale do Rio Doce (Vitória, 2007).
REGINA SILVEIRA
1939
Porto Alegre, RS, Brazil
Vive e trabalha em São Paulo, SP, Brazil
FORMAÇÃO
1984
PhD, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
1980
MFA, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
1959
BFA, Instituto de Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS (SELECIONADAS)
2007
Mundus Admirabilis, Jardim do Poder, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, DF, Brazil
Outgrown (Tracks and Shadows), Philip Feldman Gallery, Pacific Northwest College of Art, Portland, USA
Sombra Luminosa, Museo de Arte del Banco de la Republica, Bogotá, Colombia
Ficções, Museu Vale do Rio Doce, Vila Velha, ES, Brazil
Compêndio [rs], Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte, MG, Brazil
2006
Observatório, Projeto Octógono de Arte Contemporânea, Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP, Brazil
Luz-Zul, Centro Cultural Telemar, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Huellas & Sombras, Galería de Artes Visuales de la Universidad Ricardo Palma, Lima, Peru
2005
Sicardi Gallery, Houston, USA
Lumen, Palacio de Cristal, Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofia, Madrid, Spain
2004
Desapariencia (Taller), El Cubo-Sala de Arte Público Siqueiros, Ciudad de México, Mexico
Tracking Over, Centro Cultural España, Montevideo, Uruguay
Derrapagem, Projeto Parede, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
2003
ClaraLuz, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, SP, Brazil
2002
A Lição, Galeria Brito Cimino, São Paulo, SP, Brazil
2001
Dobras, Atelier FINEP, Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Dueto/Duelo, Palácio da Abolição, Fortaleza, CE, Brazil
Desaparências (Estúdio), Torreão, Porto Alegre, RS, Brazil
2000
Perpetual Transformation, Art Museum of the Americas, Washington, USA
Equinócio, Pavilhão das Cavalariças, Parque Lage, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Ex Orbis - Making of, SENAC, São Paulo, SP, Brazil
1999
Desapariencias, Galeria Gabriela Mistral, Santiago, Chile
1998
Velox, Galeria Brito Cimino, São Paulo, SP, Brazil; Blue Star Art Center, San Antonio, USA; Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, Argentina
1997
intro (re:fresh widow, r.s.), Casa Triângulo, São Paulo, SP, Brazil
To be Continued..., Northern Illinois University Art Museum, Chicago, USA
1996
Grafias, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, SP, Brazil
Gone Wild: Inside/Out Series, Museum of Contemporary Art, San Diego, USA
Velox, Galleria Il Gabbiano, La Spezia, Italy
1995
Mapping the Shadows, LedisFlam Gallery, New York, USA
Regina Silveira: Desenhos, AS Studio, São Paulo, SP, Brazil
Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
1994
Expandables, Brazilian-American Cultural Institute Art Gallery, Washington DC, USA
1993
Masterpieces (In Absentia), LedisFlam Gallery, New York, USA
1992
Encuentro, Bass Museum, Miami, USA
In Absentia (Stretched): Contemporary Currents Series, Queens Museum of Art, New York, USA
Simile: Office 2, LedisFlam Gallery, New York, USA
1991
Auditorium II (Black), Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP, Brazil
Interiors, Mitchell Museum, Mount Vernon, USA
On Absence: Office Furniture, One American Center Building, Austin, USA
1990
Micro Hall Art Center, Edewecht, Germany
Auditorium II, Cooperativa de Actividades Artísticas Árvore, Porto, Portugal
1989
Vértice, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil
Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP, Brazil
Galeria Arte&Fato, Porto Alegre, RS, Brazil
1988
Projectio, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal
Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
1987
Inflexões, Arte Galeria, Fortaleza, CE and Galeria Luisa Strina, São Paulo, SP, Brazil
1985
Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba, PR, Brazil
1984
Simulacros, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
Sombras, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
1982
Anamorfas, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ, Brazil
1980
Anamorfas, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
1978
Pinacoteca do Instituto das Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
1977
Gabinete das Artes Gráficas, São Paulo, SP, Brazil
1975
Centro de Arte y Comunicación CAYC, Buenos Aires, Argentina
Gabinete das Artes Gráficas, São Paulo, SP, Brazil
1973
Sala de Arte, Mayaguez, Puerto Rico
Galeria Seiquer, Madrid, Spain
1970
Sala de Arte, Mayaguez, Puerto Rico
1968
Galeria U, Montevideo, Uruguay
Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
1961
Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
Exposições Coletivas (selecionadas)
2007
Ctrl C + Ctrl V, SESC Pompéia, São Paulo, SP, Brazil
Memória do Futuro, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brazil
Jardim do Poder, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, DF, Brazil
Itaú Contemporâneo: Arte no Brasil 1981-2006, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brazil
Phantasmagoria: Specters of Absence, Museo de Arte del Banco de la República, Bogotá, Colombia; The Contemporary Art Museum, Honolulu, USA
Aquisições Recentes, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, SP, Brazil
2006
6th Taipei Biennial: Dirty Yoga, Taipei, Taiwan
Gravura Contemporânea Brasileira, Museu de Arte Contemporânea do Ceará, Fortaleza, CE, Brazil
A Luz da Luz, SESC Pinheiros, São Paulo, SP, Brazil
Manobras Radicais, Centro Cultural Banco do Brasil, São Paulo, SP, Brazil
Futebol é coisa de 11, Galeria do Lago, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
A cidade para a Cidade, Galeria Olido, São Paulo, SP, Brazil
The Image of Sound: Football, Haus der Kulture der Welt, Berlin, Germany
Tracing Shadows, The Israel Museum, Yerushaláyim, Israel
2005
World Performing Arts Festival 2005, Lahore, Pakistan
Indelible Images, The Museum of Fine Arts, Houston, USA
La Médiatine: Corps en Mouvement, Brussel, Belgium
A Imagem do Som, Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
The Shadow, Vestsjaellands Kunstmuseum, Soro, Denmark
Campos Latinoamericanos, Galería Alcuadrado, Bogotá, Colombia
2004
Versão Brasileira, Galeria Brito Cimino, São Paulo, SP, Brazil
Trienal Poli/Gráfica de San Juan, Puerto Rico
Still Life: Natureza Morta, Galeria de Arte do SESI, São Paulo, SP, Brazil
In Situ, Centro Cultural São Paulo, SP, Brazil
Estratégias Barrocas: Arte Contemporáneo Brasileño, Centro Cultural Metropolitano, Quito, Equador
We Come in Peace… Histories of the Americas, Musée d’Art Contemporain, Montreal, Canada
Persistante Perspective, Ecole Supérieure des Beaux-Arts du Mans, Les Mans, France
ArteConhecimento 70 Anos USP, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
2003
Subversão dos Meios, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brazil
Palavra Extrapolada, SESC Pompéia, São Paulo, SP, Brazil
Imagética, Fundação Cultural de Curitiba, PR, Brazil
Fiat Lux:A Luz Como Criação na Arte, Centro Cultural da Justiça Federal, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
ArteFoto, Centro Cultural Banco do Brasil, Brasília, DF and Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Arte e Sociedade: Uma Relação Polêmica, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brazil
Layers of Brazilian Art, Faulconer Gallery, Grinnel, USA
2002
Matéria Prima, NovoMuseu de Arte, Arquitetura e Cidade, Curitiba, PR, Brazil
ArteFoto, Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Do Conceito ao Espaço, Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, SP, Brazil
Arquipélagos: O Universo Plural, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ, Brazil
[emoção art.ficial], Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brazil
Caminhos do Contemporâneo 1952-2002, Paço Imperial, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Estratégias para Deslumbrar, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
Artecidadezonaleste, SESC Belenzinho, São Paulo, SP, Brazil
2001
Virgin Territory, The National Museum of Women in the Arts, Washington, USA
Brazil: Body and Soul, Guggenheim Museum, New York, USA
The Overexcited Body: Arte e Esporte na Sociedade Contemporânea, SESC Pompéia, São Paulo, SP, Brazil
Rede de Tensão: Bienal 50 Anos, Fundação Bienal de São Paulo, SP, Brazil
Trajetória da Luz na Arte Brasileira, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brazil
I Bienal de Artes do Cariri, Juazeiro do Norte, CE, Brazil
Esercizi di Stile, Museo dell’Informazione e di Arte Contemporanea de Senigaglia, Ancona, Italy
São ou Não Gravuras?, Museu de Arte Moderna Higienópolis, São Paulo, SP, Brazil
Rembrandt to Rauschenberg: Building the Collection, Jack S. Blanton Museum of Art, Austin, USA
2000
Arte Conceitual e Conceitualismos, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
Obra Nova, Museu de Arte de Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
I Bienal Argentina de Grafica Latino Americana, Museu Nacional del Grabado, Buenos Aires, Argentina
Puerto Rico 00 [Paréntesis en la Ciudad], San Juan, Puerto Rico
O Papel da Arte, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
Situações: Arte Brasileira Anos 70, Fundação Casa França Brasil, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
The Egg Dream Museum, The Nutrition Pavilion, Hannover, Germany
III, Galeria Brito Cimino, São Paulo, SP, Brazil
1999
Passion For Wings, National Aviation Museum, Ottawa, Canada
Homenaje Al Lápiz Como Instrumento de Libertad, Museu José Luis Cuevas, Ciudad de México, Mexico
II Bienal do Mercosul, Porto Alegre, RS, Brazil
Re-Aligning Vision: Alternative Currents in South American Drawing, Miami Art Museum, Florida, USA
Mastering the Millennium: Art of the Americas, Art Museum of the Americas and World Bank Art Program, Washington, USA
Arte de Las Americas: El Ojo del Milenio, Centro Cultural Recoleta, Buenos Aires, Argentina
Por que Duchamp?, Paço das Artes, São Paulo, SP, Brazil
O Brasil no Século da Arte, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
100 Drawings, P.S.1 Contemporary Art Center, Long Island, USA
Noturnos, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
Parallèle Brito Cimino/FIAC, Galeria Brito Cimino, São Paulo, SP, Brazil
1998
XXIV Bienal Internacional de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil
Doações Recentes, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
Figurações: 30 Anos de Arte Brasileira, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
Stelle Cadenti, Associazione Culturale per L’Arte Contemporânea, Bassano in Teverina, Italy
Horizonte Reflexivo, Centro Cultural Light, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Salão Nacional, Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Al Fuoco, Al Fuoco!, Circolo Culturale Il Gabbiano, La Spezia, Italy
Re-Aligning Vision: Alternative Currents in South American Drawing, Archer M. Huntigton Art Gallery, Austin, USA
1997
Diversidade da Escultura Brasileira Contemporânea, Instituto Itaú Cultural, São Paulo, SP, Brazil
Re-Aligning Vision: Alternative Currents in South American Drawing, Museo del Barrio, New York, USA
Museo de Bellas Artes, Caracas, Venezuela
Museo de Arte Contemporâneo, Monterrey, Mexico
Ao Cubo, Paço das Artes, São Paulo, SP, Brazil
Arte/Lixo, São Paulo, SP, Brazil
Of Mudlarkers and Measurers, Agnes Etherington Art Centre, Kingston, Canada
Galeria Brito Cimino, São Paulo, SP, Brazil
1996
Arte Brasileira Contemporânea: Doações Recentes, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
1995
Prints, Brooke Alexander Gallery, New York, USA
Livro-Objeto: A Fronteira dos Vazios, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
Children’s Corner , Galeria Il Gabbiano, La Spezia, Italy
O Desenho em São Paulo: 1956-1995, Galeria Nara Roesler, São Paulo, SP, Brazil
1994
Arte/Cidade: A Cidade e seus Fluxos, São Paulo, SP, Brazil
Recovering Popular Culture, El Museo del Barrio, New York, USA
Bienal Brasil Século XX, Fundação Bienal de São Paulo, São Paulo, SP, Brazil
1993
Drawings: 30th Anniversary Exhibition, Leo Castelli Gallery, New York, USA
Ultramodern: The Art of Contemporary Brazil, The National Museum of Women in the Arts, Washington, USA
Women at War, LedisFlam Gallery, New York, USA
1992
Imaquinaciones: 16 Miradas al 92, EXPO 92, Sevilla, Spain; International Festival, Houston, USA
1991
Imaquinaciones: 16 Miradas al 92, Ciudad de México, Mexico
Brazilian Art Today, Grey Art Gallery, New York, USA
Disimilar Identity, Scott Alan Gallery, New York, USA
VII India Triennale, Ni Dillia, India
II Studio Internacional de Tecnologias da Imagem, SESC Pompéia, São Paulo, SP, Brazil
1990
Panorama da Arte Atual Brasileira: Papel, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
Gente de Fibra, SESC Pompéia, São Paulo, SP, Brazil
1989
O Pequeno Infinito e o Grande Circunscrito, ARCO Galeria de Arte, São Paulo, SP, Brazil
1988
Lo Permeable del Gesto, Madrid, Spain
Copy Art Show, org. Other Books & So Archive, Tolosa, Spain
Panorama da Arte Atual Brasileira: Formas Tridimensionais, Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
1987
A Trama do Gosto, Fundação Bienal de São Paulo, SP, Brazil
1986
A Nova Dimensão do Objeto, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
Couriers: Six Brazilian Artists, Snug Harbor Cultural Center, New York, USA
1985
Tendências do Livro de Artista no Brasil, Centro Cultural São Paulo, SP, Brazil
Destaques da Arte Brasileira Contemporânea, Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
1984
A Xilogravura na História da Arte Brasileira, Funarte, Rio de Janeiro, RJ, Brazil
I Bienal de La Habana, Cuba
1983
XVII Bienal Internacional de São Paulo, SP, Brazil
VI Bienal Del Grabado Latinoamericano, San Juan, Puerto Rico
1981
IV Bienal Americana de Artes Gráficas, Cali, Colombia
XVI Bienal Internacional de São Paulo, SP, Brazil
1979
Lis’ 79: International Exhibition of Drawings, Lisboa, Portugal
1977
50 Artistas Latinoamericanos, Fundació Juan Miró, Barcelona, Spain
1976
10th Biennial Exhibition of Prints, Tokyo, Japan
Latin American Graphics, University of Lund, Sweden
1973
Premio Internazionale Biella per L’Incizione, Italy
1968
Exposición Internacional de Dibujo, Mayaguez, Puerto Rico
PRÊMIOS
2007
Mundus Admirabilis, Prêmio Bravo de Artes Plásticas, São Paulo, SP, Brazil
2004
Claraluz, Melhor Exposição do Ano, Associação Paulista de Críticos de Arte, São Paulo, SP, Brazil
2000
Gran Premio Del Grabado Latinoamericano: Medalla de Oro, 1ª Bienal Argentina de Gráfica Latinoamericana, Buenos Aires, Argentina
Prêmio Cultural Sergio Motta para Arte e Tecnologia (Voto Popular), São Paulo, SP, Brazil
1996
Civitella Ranieri Foundation Fellowship, Civitella Ranieri Center, Umbertide, Italia
1994
Fullbright Foundation, Washington, USA
1993
Art Studio Grant, The Banff Centre, Banff, Canada
The Pollock-Krasner Foundation Grant, New York, USA
1990
The John Simon Guggenheim Foundation Fellowship
1988
Melhor Instalação 1987, Associação Paulista de Críticos de Arte, São Paulo, SP, Brazil
Premio Lei Sarney à Cultura Brasileira: Gravura, Brasília, DF, Brazil
1987
Bolsa de Pesquisa, Conselho Nacional de Pesquisa, Brazil
1985
Bolsa de Pesquisa, Conselho Nacional de Pesquisa, Brazil
1983
Mención Especial, VI Bienal Del Grabado Latinoamericano, San Juan, Puerto Rico
Coleções Públicas
Agnes Etherington Art Center, Kingston, Canada
Coleção Centro Dragão do Mar Arte e Cultura, Fortaleza, CE, Brazil
Coleção Centro de Arte Contemporânea Inhotim, Brumadinho, MG, Brazil
Coleção Itaú, São Paulo, SP, Brazil
Coleção SESC, São Paulo, SP, Brazil
El Museo del Barrio, New York, USA
Foundation for Contemporary Performance Arts, New York, USA
Mitchell Museum, Mont Vernon, USA
Museo de Arte Moderno de Buenos Aires, Argentina
Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, SP, Brazil
Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba, PR, Brazil
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, SP, Brazil
Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP, Brazil
Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, RJ, Brazil
Museum of Contemporary Art San Diego, La Jolla, USA
Pinacoteca do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brazil
Pinacoteca do Estado de São Paulo, SP, Brazil
Pinacoteca Municipal de São Paulo, SP, Brazil
Taipei Fine Arts Museum, Taipei, Taiwan
The Jack S. Blanton Museum of Art, University of Texas, Austin, USA
The Queens’ Museum of Art, New York, USA